Entre Linhas e Conversas | Conversas: Bordados que falam
14 nov 16h30


Entrada gratuita
Os lugares para a palestra são limitados. Recomenda-se a reserva.
Vozes Bordadas (14 de novembro): Reserve aqui
Conversa com o coletivo Homelore (21 de novembro): Reserve aqui
Vestir o Coletivo (12 de dezembro): Reserve aqui
O que nos une? O bordado não é apenas uma técnica decorativa, mas também uma manifestação social e uma forma de expressão artística contemporânea, capaz de veicular uma forte carga conceptual e política. Entre linhas e conversas abre um espaço de encontro, onde os participantes terão a oportunidade de conhecer e refletir sobre os vários usos e interpretações da prática do bordado.
14 nov. Vozes Bordadas. Uma conversa a partir do olhar da Antropologia, das relações e movimentos sociais com Jean-Yves Durand.
21 nov. Entre linhas e conversas, com o coletivo Homelore. Um encontro que cruza técnicas tradicionais de bordado do Sul da Ásia com simbologias e temas de Portugal.
12 dez. Vestir o coletivo, com a estilista Alexandra Moura. Dará a conhecer um projeto de moda que explora o uso das técnicas tradicionais do bordado de Castelo Branco.
Sobre os Convidados:
Riddhi Varma é arquiteta de formação e fundadora da Homelore, coletivo de Lisboa que trabalha com mulheres migrantes e com as tradições de bordado que trouxeram consigo, como o kantha de Bengala e os espelhos shisha do Gujarate e do Sinde. Interessa-se pelo tecido como objeto de uso, que se veste, se transporta e se remenda no dia a dia, e pelo que um ponto leva consigo quando atravessa uma fronteira. Através da Homelore, o bordado doméstico chegou a espaços como o MUDE, Museu do Design, e o London Design Festival.
Jean-Yves Durand é doutorado em Antropologia pela Université de Provence e ensina Antropologia na Universidade do Minho, onde assumiu recentemente a direção do Museu Nogueira da Silva, da Galeria do Paço e da Casa-Museu de Monção. Foi diretor do Museu da Terra de Miranda, em Miranda do Douro, concebeu exposições e dirigiu projetos de investigação sobre as dinâmicas contemporâneas do artesanato. Interessa-se pela relação entre autonomia individual e autoridade do Estado, em áreas como as políticas públicas de saúde e as políticas culturais. É membro do Centro em Rede de Investigação em Antropologia e do comité editorial da revista Ethnologie Française.
Alexandra Moura é estilista e docente desde 2003 na Escola Superior de Artes Aplicadas da Universidade Politécnica de Castelo Branco, onde leciona Design de Moda e Têxtil. Foi diretora criativa de Afro Fado, de Slow J, e interveio na construção do seu universo visual, do guarda-roupa aos videoclipes e ao palco dos concertos. O seu percurso foi distinguido com o Globo de Ouro de Melhor Estilista (2018) e o Prémio IADE Carreira (2023). Em 2025, assumiu a direção criativa da PAULA, marca do grupo Amorim Luxury.

Outras datas
14 novembro 16h30
Sábado
21 novembro 16h30
Sábado
12 dezembro 16h30
Sábado