Obras
São Paulo #1 (da série «Rua Stan Getz»)
photography


Data
2012
Técnica
Impressão a jato de tinta sobre papel Fine Art
Dimensões
126 x 160 cm
A cidade brasileira de São Paulo é o ponto central do núcleo fotográfico da qual esta obra faz parte e onde André Cepeda permaneceu durante três meses. Neste contexto, o artista revela o seu olhar privado sobre o território, a sua descoberta e o reconhecimento geográfico, assim como as ligações íntimas criadas pela interação com um lugar anteriormente desconhecido. Espaço referencial e parte integrante, a Rua Stan Getz que dá nome à serie, evoca a musicalidade poética do saxofonista norte-ameriano difusor do movimento musical bossa-nova, e, de forma atenta, curiosa e vivencial convoca no próprio registo fotográfico uma multiplicidade de impressões do espaço, do seu movimento, dos seus cheiros, sons, cores e matérias.
O enquadramento desta obra, a vista ampla sobre a metrópole com uma demarcação suave do horizonte, parece privilegiar a sua dimensão quase escultórica, o jogo de planos, as formas e contornos resultantes dos múltiplos edifícios e ruas, em que se adensa um imenso e silencioso nevoeiro de cor alaranjada. A cor laranja, resultante de um filtro, cria um ambiente etéreo subjetivo, em que a possível sensação inebriante de calor e a estridência da luz e da cor parecem convocar uma experiência sensorial. A emoção que pode emergir e vive inerente à imagem apresentada, apela às infinitas possibilidades da sua apreensão e descoberta da cidade.
CQ
O enquadramento desta obra, a vista ampla sobre a metrópole com uma demarcação suave do horizonte, parece privilegiar a sua dimensão quase escultórica, o jogo de planos, as formas e contornos resultantes dos múltiplos edifícios e ruas, em que se adensa um imenso e silencioso nevoeiro de cor alaranjada. A cor laranja, resultante de um filtro, cria um ambiente etéreo subjetivo, em que a possível sensação inebriante de calor e a estridência da luz e da cor parecem convocar uma experiência sensorial. A emoção que pode emergir e vive inerente à imagem apresentada, apela às infinitas possibilidades da sua apreensão e descoberta da cidade.
CQ